Sandro Personal Trainer

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Como é feito um bom Personal Trainer?

Ontem estava conversando com um aluno sobre o que faz de um personal trainer um bom profissional. Chegamos a algumas conclusões baseados no que vemos nas academias e no que ele relatou que sentia necessidade ao contratar um personal.

Esse aluno tem viajado por muitos países, pois disso depende seu trabalho. Treina nas melhores academias do mundo e até conheço algumas das quais ele frequenta. Em Nova York ele tem um personal durante alguns dias, quando em Paris tem outro e em cada academia que entra, treina com uma pessoa diferente. Saber dele as qualidades que busca num professor se tornou uma lição de marketing pessoal.

Quando um aluno busca o serviço de um personal trainer, ele busca alguém em quem possa CONFIAR.

É uma relação de confiança que se estabelece quando o aluno entrega sua saúde e seu corpo ao conhecimento desse professor. Por isso que o aluno deve buscar alguém que entenda do que faz e saiba o que esta fazendo, com critério técnico e discernimento. O aluno precisa confiar que o professor o esta corrigindo de modo a evitar lesões e a melhorar seu desempenho e rendimento na atividade esportiva. Precisa confiar que o seu personal está de fato o levando mais próximo de seus objetivos físicos.

O aluno também busca um personal trainer MOTIVADOR.

É preciso que o professor entusiasme o aluno, que o inspire a treinar mais, a buscar superar seus limites, que o motive a treinar mesmo em dias de chuva, transito ou frio. A rotina de treinos, nesses momentos mais críticos, sempre acaba prejudicada pelo cansaço de um dia de trabalho ou as instabilidades climáticas. Mas a parceria que se estabelece entre o aluno e o personal deve superar isso. O aluno deve confiar e se entusiasmar com seu professor de modo a dar continuidade em seu treino com disciplina e determinação.

O personal trainer deve ser um DESIGNER FÍSICO.

Ao montar um treino, o professor deve levar em consideração as proporções iniciais do corpo do aluno e os objetivos que deve alcançar para evitar de criar um Frankstein. Deve perceber as qualidades de cada individuo, suas vontades e valorizar o que cada corpo apresenta como diferencial. Por exemplo: se um aluno tem facilidade com peitoral, e apresenta bom rendimento no peito, os demais músculos devem crescer proporcionalmente, de modo a valorizar o peitoral bonito. De que adianta crescer todos os músculos e esconder o belo peitoral no meio de braços imensos? Deve saber esculpir seu aluno de modo a manter sua individualidade genética e a deixa-lo harmonicamente belo. Além de fisicamente funcional.

Essa noção de estética física é importante ao professor quando orienta os objetivos do aluno. E por isso o aluno deve confiar no professor. E ambos devem estar motivados a alcançar os objetivos definidos em conjunto. Sendo assim, a escolha de um personal trainer é delicada e fundamental para o sucesso de sua ida à academia. É um investimento no bem mais precioso que você tem: você mesmo.

Respiração na musculação

Muitos alunos tem dúvidas sobre a respiração correta durante a musculação. E a dúvida procede, pois ela pode ser decisiva na segurança e rendimento do exercício. Aprenda como respirar corretamente.

Qualquer que seja a situação, o objetivo da respiração é fornecer oxigênio ao sangue, que fará o transporte à todos os tecidos do organismo e também, a remoção do dióxido de carbono resultante do metabolismo celular.

No mecanismo respiratório existem duas fases: a inspiração (entrada do ar) e a expiração (saída do ar). Na musculação também há duas fases: a concêntrica (quando o músculo contrai e encurta) e a excêntrica (quando o músculo contrai mas esta sendo alongado).

As técnicas de respiração possibilitam o melhor aproveitamento dos diferentes exercícios de musculação por ocasionarem uma maior estabilização da coluna vertebral, decorrente da elevação da pressão intra-abdominal, permitindo melhor rendimento e segurança durante a execução dos exercícios.

A pressão intra-abdominal é elevada por intermédio da contração da musculatura abdominal, do diafragma e dos músculos intercostais e do bloqueio respiratório durante o esforço muscular, sendo estimada uma redução da sobrecarga sobre os discos vertebrais entre 20% e 40% (Zatsiorsky, 1995).

Há 4 técnicas respiratórias: ativa, passiva, semi-bloqueada e bloqueada.


Respiração ativa
O processo de inspiração ocorrerá simultaneamente ao processo de contração muscular em sua fase concêntrica (elevação da sobrecarga), e a expiração será executada durante a fase excêntrica do movimento (volta da sobrecarga a posição inicial).

É a menos utilizada, pois sua dinâmica não permite a contração eficiente da musculatura abdominal durante a fase concêntrica devido ao processo de inspiração, diminuindo assim a segurança e eficiência da execução.

Respiração passiva
O processo de inspiração ocorrerá ao mesmo tempo que a musculatura realiza a contração excêntrica, e a expiração será executada durante a fase concêntrica do movimento.

Esta dinâmica permite que durante a fase concêntrica os músculos abdominais, que são os mais importantes dentre os músculos expiratórios, sejam contraídos, aumentando a pressão intra-abdominal, o que aumenta a eficiência e segurança à execução do exercício.

É a mais indicada à maioria dos praticantes de musculação por aumentar a eficiência do movimento ao mesmo tempo que não acarreta grandes elevações na pressão arterial.

Considere que quando você faz um exercício de força, a fase de maior dificuldade é aquela em que se vence a resistência ou fase concêntrica do movimento. Nesse momento a contração abdominal acontece com o objetivo de estabilizar o corpo, concentrando mais a força para o movimento desejado, além disso, por ser um músculo expiratório, facilita a saída do ar, empurrando o diafragma para cima.

Assim sendo, pode-se considerar que a respiração passiva se molda mais favoravelmente à fisiologia do mecanismo respiratório, sendo por isso, a mais recomendada e eficiente para a grande maioria dos exercícios.

Quando o treinamento realizado visa a desenvolver a força máxima e suas derivadas, as técnicas de respiração utilizadas são a semi-bloqueada e a bloqueada.

Respiração semi-bloqueada
A inspiração e realizada antes do início do movimento e durante a fase concêntrica deste ocorre um bloqueio do processo respiratório, realizando-se durante a fase excêntrica o processo expiratório.

Esta técnica permite um aumento considerável da pressão intra-abdominal, o que é de extrema importância à estabilização da coluna vertebral e fator preventivo à ocorrência de lesões.
 
Respiração bloqueada
Acontece quando a expiração ocorre após a completa execução do movimento, com o bloqueio da respiracao mantido durante a fase   excêntrica.

Neste caso, tanto a expiração como a inspiração são executadas nos intervalos entre uma repetição e outra, e durante a execução a pressão intra-abdominal atingirá valores mais elevados do que durante a respiração semi-bloqueada.

Não é recomendado prender excessivamente a respiração com a glote fechada (Manobra de Valsava) durante a execução de treinamento de força, pois a pressão sanguínea eleva-se de forma substancial.  Ambas as técnicas de bloqueio apresentam um alto índice de elevação da pressão arterial, sendo indicadas somente a atletas experientes e sem restrições cardiovasculares ou hipertensos.

Basicamente podemos resumir estas técnicas da seguinte forma em relação ao número de repetições utilizado em um determinado exercício:

a) 1 a 3 repetições - Respiração Bloqueada

b) 6 a 10 repetições - Respiração Semi-Bloqueada

c) Mais de 10 repetições - Respiração Passiva ou Ativa