Contem glúten


Você sabia que os alimentos em geral levam 18 horas da mastigação até a eliminação pelo reto, enquanto que o alimento com o glúten leva 26 horas?

O glúten é uma proteína presente no trigo e seus derivados importante na fabricação de pães, pois dá liga à massa e ajuda o pão a crescer. A farinha de trigo é a maior fonte de glúten para a nossa alimentação.

Alem de demorar a digestão o glúten, segundo os médicos e especialistas, ao chegar no intestino  transforma-se em uma espécie de cola grudando nas paredes intestinais.

Consumido em excesso vai retendo cada vez mais toxinas no organismo e promovendo a disbiose, que é a alteração da flora normal, com fermentação e retenção de líquidos.
Com o passar do tempo, provoca saturação do aparelho digestivo, aumento da gordura na região do abdome, dores articulares, alergias cutâneas e depressão.

O corpo responde de diversas maneiras: obesidade, síndrome de resistência à insulina, deficiência de cálcio e diarréias.

Há ainda os alérgicos e os geneticamente intolerantes, também chamados de celíacos. Pesquisas indicam que um em cada 300 brasileiros são portadores dessa doença de diagnóstico difícil por ser pouco conhecida no Brasil.

Os celíacos não produzem a peptidase, enzima responsável pela “quebra” do glúten. Assim, as pessoas com essa doença que ingerem a proteína enfraquecem as vilosidades do intestino delgado que absorvem os nutrientes da alimentação.

O enfraquecimento dessas vilosidades provoca irritabilidade, barriga dilatada, diarreia, anemia crônica, além de o doente perder bastante peso. Em razão dessa situação, foi aprovada no Brasil, em 1992, uma lei que obriga as empresas fabricantes de produtos que contêm glúten, a especificar em suas embalagens a presença da proteína.

A dieta sem glúten é moda nas academias pois o emagrecimento e a redução de gordura na área abdominal é comprovada. Muita gente está incluindo na alimentação pães de aipim e de milho, macarrão de arroz e cookies de soja.

A idéia é justamente essa: uma reeducação alimentar. É o que sempre defendo com meus alunos que pensam em lipoaspiração ou remédios milagrosos.

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